Nuno Adão

A Nova Guerra...

Por Nuno Adão em Março de 2020

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Parece que para a obtenção de hegemonia económica mundial, tudo é permitido, todos os meios ensaiados como prelúdios de uma nova ordem mundial são válidos. A criação de um novo vírus, já com alguma idade, que ironia, como arma biológica, de um novo tipo de guerra, guerra silenciosa, que mata sem que se possa ver o inimigo, bem identificado, que ceifa vidas humanas, que amedronta e que aterroriza milhões de almas, que se sentem impotentes, que se isolam por imposição dos estados soberanos, que mesmo antes da cada batalha iniciar, já se sentem impotentes, para poderem combater um inimigo, sem rosto visível ao sentido da visão, que o criador nos deu para que pudéssemos ver o que está diante de nós.

Investiram estes estados, triliões de euros ou dólares, como se preferir, em armamento para se poderem matar uns aos outros, e agora, diante deste invisível inimigo, que está na frente de batalha, que a cada novo dia mata sem um único tiro, um único rosto, milhares de vidas, não são capazes de impedir que os seus concidadãos morram na sua terra natal, sem que os soldados possam fazer coisa alguma, a não ser, assistirem impávidos e quase serenos, à morte dos seus. Que ironia do destino, que triliões de euros gastos em armas que não sirvam para nada diante deste novo e invisível inimigo. Que ironia do destino, que agora, não sejam os soldados a proteger e a salvar os seus concidadãos, mas os profissionais de saúde, que na frente de batalha, combatem exaustos, dia após dia, sem armas, sem meios, sem ajuda, sem triliões, apenas lutam com o que aprenderam e com o que há de muito pouco nesses hospitais pelo mundo fora, que foram sempre preteridos em nome da guerra, do ego do Homem, que não consegue olhar o outro de frente com a humildade de um irmão. Neste novo tempo, os soldados foram substituídos pelos profissionais de saúde, que sem uma única armadura protetora, uma única arma, uma única bala, combatem sem ver o inimigo, como se tivessem os olhos fechados, sem nunca recuar, sem descanso, sem dormir, quase imunes ao choro e às lágrimas, como se a frente de batalha tivesse sido transferida para dentro dos hospitais. Que ironia do destino, assistir a esta mortandade, por intermédio de um inimigo, sem rosto visível, feito por amigos ou não da humanidade, num dos melhores laboratórios que o mundo pode ter neste tempo estranho em que vive o Homem.

Só nos resta, não esperar, senão estaríamos a deixar que as forças adversas tivessem muito mais poder e influência, mas orar, meditar e fazer um nosso trabalho interno, utilizando a ferramenta/dom que nos é mais fácil e natural. Precisamos também de sacralizar cada momento em que somos, cada gesto, cada palavra, cada olhar, porque é a partir daí que o nosso amor e a nossa luz podem ser vistos e entendidos. É como se conseguíssemos ser uma fonte de luz inesgotável, um poste de luz que possa iluminar quem dela precise, e existem tantos necessitados, de luz, de amor, de atenção, que podemos e devemos apoiar e socorrer, curar e protege-los dessa energia invisível e adversa. Sejamos o que sempre fomos, luz e amor, a ponte e o porto seguro, para quem precise de um instante para poder ficar resguardado enquanto a tormenta não passa. Ajudemos os nossos irmãos de luz neste processo planetário de cura e sejamos mais presentes neste tempo de necessidade espiritual!

Nuno Adão









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